Toda criança passa por uma fase egoísta

Toda criança passa por uma fase egoísta

Observação e mudança de comportamento dos pais podem ajudar a minimizar atitudes egoístas das crianças

Algo que os pais têm que lidar no decorrer do desenvolvimento dos seus filhos é a fase do egocentrismo, que pode ocorrer em diferentes períodos da infância. Não emprestar os brinquedos, não se importar com o sentimento do outro, pensar que tudo deve ser do jeito que eles pensam e que, quando contrariados, podem ter atitudes rebeldes para alcançar o que desejam.

Essa fase é certa, todo pai e mãe vai passar por ela. A questão é como lidar com a situação e fazer com o que a criança aprenda e, com o tempo, diminua essas atitudes. Por isso é importante que os pais fiquem sempre ligados quando esses momentos de egoísmo ocorrerem, e estarem de prontidão, sempre que possível, para corrigir os erros.

A perda em um jogo, ter que dividir um lanche, esperar a vez do outro, seguir regras de comportamento, são situações comuns que ocorrem e que podem ser oportunidades reais para desenvolver o aprendizado nos pequenos. Cabe até mesmo aos responsáveis, algumas vezes, criarem esses momentos justamente para estimular o ato de cooperação na criança.

Além disso, um fator essencial que a família deve levar em consideração é o seu próprio comportamento. Afinal, em algumas fases da infância, os filhos replicam tudo o que veem em casa. O que observam nos pais, tomam, não com o entendimento de certo ou errado, mas simplesmente como “eu posso fazer porque meu pai faz” e não se importam com o resultado ou a quem possa atingir. Evitar tais atitudes perto deles e até mesmo fazer o oposto, dando exemplo com ações positivas, pode ajudá-los a entender e repetir, mas em algo que realmente é permitido.

Evitar o egocentrismo de uma forma divertida

Outra maneira de trabalhar essa fase do “é meu, eu posso e eu faço o que eu quiser” é mostrar para as crianças como cooperar, dividir e respeitar os direitos e diferenças dos outros podem ser ações divertidas. Jogos de tabuleiro são grandes aliados nessa construção de personalidade cooperativa da criança. Com alguns jogos que estimulam o companheirismo e reforçam a importância de cada um na partida, sejam eles por um objetivo comum ou até mesmo os que exigem apenas um ganhador, as crianças podem aprender que não devem ser egoístas. E por fim, começarem, de maneira natural, a levar essas ações para o dia a dia.

6 lições que podemos aprender com o isolamento social

6 lições que podemos aprender com o isolamento social

De toda dificuldade é possível tirar um aprendizado

Por uma questão de saúde pública, tivemos que recorrer ao isolamento social e manter o mínimo contato com as pessoas. Além de compreender que toda essa mobilização é significativa para o bem da humanidade, também podemos aprender, dia após dia, o que esse período de reclusão forçada pode nos ensinar.

Ficar em casa, conviver por mais tempo do que o habitual com as pessoas próximas, manter rotina de trabalho, cuidar dos filhos, ter disciplina com as tarefas, etc. São inúmeros os fatores que nos fazem repensar algumas atitudes, pensamentos e por que não tirar algum proveito disso tudo?

Diante do atual cenário, destacamos algumas lições que podem nos ajudar a ver com outros olhos a forma como vivemos e nos relacionamos com as pessoas:

Diferenças daqueles que convivem conosco – talvez uma das tarefas mais difíceis é passar tanto tempo com a mesma pessoa e lidar com as diferenças. Mas o que não podemos esquecer é que essa pessoa também passa pela mesma situação ao lidar com as nossas peculiaridades. Procurar entender o lado do outro, sempre resolver no diálogo e respeitar a essência de cada um são alguns dos passos que podem deixar essa convivência mais leve.

A rotina é o que faz as coisas caminharem – quando não estávamos em quarentena a gente sempre cumpria uma rotina. Mas parece que agora essa rotina está tendo um peso ainda maior porque o ambiente é sempre o mesmo. Temos a impressão de que estamos girando em círculo sem sair do lugar. E isso pode acabar causando falta de vontade em fazer as coisas. Por isso é importante manter a disciplina com algumas tarefas para depois não perdermos o foco e ter que começar tudo de novo. Planeje seu dia, organize-se, faça algumas atividades diferenciadas que você não conseguia fazer, mas não perca o foco dos seus principais objetivos.

Cuidar da saúde emocional em meio a tantas notícias – com a pandemia no centro das informações, o dia todo somos bombardeados com notícias sobre número de casos, gráficos da expansão do vírus e opiniões que divergem entre governantes e especialistas da saúde. O excesso de informações pode causar picos de ansiedade constantes e isso pode acabar afetando o nosso emocional. Ficamos preocupados ao extremo, com medo, e com opinião em constante mudança. É importante estar informado para continuar a tomar as precauções necessárias, mas com dosagem. Acompanhar de vez em quando os canais oficias e intercalar com atividades de lazer, como ler um livro que gosta, assistir um vídeo engraçado, ouvir a playlist preferida, brincar com a família, mudar alguns hábitos do trabalho, podem ajudar a manter a mente saudável.

Aproveitar o tempo para se dedicar ao conhecimento – o momento é de pausa. De parar a correria de sempre e tentar aproveitar ao máximo esse tempo que temos agora. E por que não fazê-lo trazendo mais conhecimento para nós mesmos? Estudar, começar a aprender um idioma novo, continuar um projeto, conhecer mais sobre a área que você trabalha com cursos de imersão profissional, etc. Estar em casa não significa que você tem que olhar pro relógio e esperar as horas passarem até o momento de tudo voltar como era antes. Use o período para ampliar os horizontes do seu conhecimento. Mas claro, também descanse quando preciso. Equilíbrio é tudo e vai te ajudar a absorver qualquer conteúdo com mais leveza.

Conhecer a si mesmo – depois da mente e o corpo se acostumarem à correria, pode parecer desconfortável parar e ficar mais tempo consigo mesmo. Afinal, é como se conhecêssemos uma nova pessoa. E isso nos dá a oportunidade de olhar para aquilo que realmente gostamos e o que nos chateia. Medite, reflita sobre você, entenda e respeite suas limitações. Quando conhecemos a nós mesmos, é mais fácil lidar com as adversidades da vida.

Pensamentos positivos – e por fim, a positividade. Com todos os obstáculos que enfrentamos ao longo da vida, é fundamental sermos otimistas e também confiarmos no melhor resultado. Precisamos entender que não temos como mudar alguns acontecimentos externos e que sofrer com isso só vai dificultar o controle do stress e da preocupação. Visualize um cenário positivo no futuro, imagine que você passou ileso pela quarentena e que dali em diante só notícias boas virão no trabalho ou na sua vida pessoal. Fale em voz alta palavras positivas, substitua-as por aquelas negativas e assim você irá condicionar o seu cérebro para tudo o que for bom. Afirme que o melhor está por vir e seja sempre grato quando isso de fato ocorrer. A maneira que você se dirige a você mesmo, e aos outros, interfere no que você realmente acredita e isso acaba refletindo na sua realidade.

Como se proteger durante a pandemia de Coronavírus

Como se proteger durante a pandemia de Coronavírus

Confira algumas dicas de como você e sua família podem agir frente a nova doença

O mundo está vivendo uma pandemia causada pelo novo Coronavírus. Pandemia, segundo a classificação da OMS (Organização Mundial da Saúde), significa dizer que a doença foi disseminada a nível mundial, atingindo vários continentes. Reportada inicialmente na China, em dezembro de 2019, a Covid-19 já chegou a todos os demais continentes do mundo.

Covid-19 e o novo Coronavírus

A família de vírus do Coronavírus já é conhecida da ciência, e causa infecções respiratórias. Porém, a forma com que o vírus está se apresentando atualmente é nova (chamada de Sars-Cov-2), e está causando a doença Covid-19 – nomenclatura definida pela OMS. Os principais sintomas apresentados por quem tem a Covid-19 são febre alta, tosse, dificuldade para respirar e falta de ar, além dos sintomas comuns de gripes e resfriados (coriza, dores no corpo, inflamação na garganta).

Prevenção

O novo Coronavírus tem uma composição muito simples, e é protegido por uma camada de gordura. É por esse motivo que lavar as mãos com água e sabão é eficiente para destruí-lo. O sabão “atrapalha” a sobrevivência de vírus e bactérias. O álcool 70% também é o mais eficaz para uso antisséptico – é a concentração ideal para destruir os micro-organismos. Em concentrações muito altas, o álcool evapora com rapidez e não mata os micróbios.

Contágio e transmissão

Uma das maiores preocupações dos cientistas com relação à Covid-19 é a facilidade de contágio. A transmissão do vírus acontece de uma pessoa doente para outra, através de gotículas de saliva pela fala, tosse ou espirro; por contato físico no aperto de mãos, beijo ou abraço; por superfícies não higienizadas como maçanetas, botões, corrimão, celular, teclado e mouse, barras de apoio no transporte público, etc. Por isso os cuidados com a higiene tornam-se ainda mais importantes.

Como existem pacientes assintomáticos (que não apresentam sintomas) e como o vírus pode levar alguns dias para se manifestar, não há como saber quem já tem o vírus incubado. Mesmo os testes nos hospitais podem ser inconclusivos. Por esse motivo, os cuidados com higiene em locais públicos devem ser redobrados, além de se evitar aglomerações ou estar a menos de 2 metros de distância de outras pessoas.

Isolamento

Uma forma de diminuir a velocidade de transmissão do Coronavírus é o isolamento social. A recomendação dos governos e das autoridades de saúde é a de que as pessoas evitem sair de casa no momento, para não ter contato com o vírus. Isso é importante pois se toda a população pegar o vírus e desenvolver a doença ao mesmo tempo, os sistemas de saúde entrariam em colapso com a lotação máxima dos hospitais – o que poderia acarretar risco e dificuldade de atendimento para outros casos graves, como acidentes ou ataques cardíacos, por exemplo.

Grupos de risco

Pessoas acima de 60 anos ou com comorbidades (doenças como diabetes, hipertensão, doenças pulmonares crônicas ou tratamento de câncer) apresentam maior risco se contraírem a Covid-19. A taxa de mortalidade pode aumentar em até 10 vezes para pessoas com mais de 60 anos. Isso porque a imunidade diminui com a idade, além de que a reserva para o bom funcionamento de todos os órgãos também está menor. Por isso a recomendação de isolamento social, de evitar aglomerações e contato com outras pessoas também deve ser respeitada por pessoas com mais de 60 anos de idade.

Cuidados importantes

Considerando a Covid-19, causada pelo novo Coronavírus, nunca é demais lembrar todas as formas de prevenção e proteção: lavar bem as mãos com água e sabão, ou utilizar o álcool 70% quando estiver fora de casa; tossir ou espirrar protegendo a boca com o braço ou lenço descartável; evitar aglomerações e só sair de casa apenas em casos de extrema necessidade (enquanto durarem as orientações de isolamento); evitar tocar os olhos, nariz ou a boca; evitar cumprimentos e contato físico fora de casa e manter distância de outras pessoas para evitar o contágio. São atitudes simples de higiene, mas que fazem toda a diferença para se proteger durante a pandemia do novo Coronavírus.

Como o nosso cérebro toma decisões?

Dos processos cerebrais, o de tomada de decisão é um dos mais presentes e que mais interferem no cotidiano.

Você é capaz de imaginar o que acontece com o seu cérebro quando está prestes a tomar uma decisão importante? A decisão não é uma simples escolha entre alternativas, mas um processo que depende da experiência do indivíduo e de sua capacidade de identificar os principais fatores da situação. Todas as experiências que acumulamos na vida são registradas e catalogadas por uma região do cérebro, o sistema de recompensas. Essa área se lembra de tudo o que nos deu prazer ou frustração. Esses dados ficam guardados porque podem ser extremamente úteis em certos momentos.

Em tomada de decisões, simples ou complexas, é o sistema nervoso que avalia as alternativas possíveis, geralmente de forma a maximizar os ganhos e minimizar as perdas. Decidir nem sempre é tarefa fácil. No trajeto entre a organização do pensamento e a tomada de decisão, o cérebro percorre muitos caminhos. Tudo o que você decide, vê, sente ou ouve já aconteceu, mas a mente precisa de tempo até processar e transformar a informação em ação.

Para se proteger, o cérebro nem sempre opta pela criatividade quando busca soluções: prefere fazer as conexões que já conhece a ter de enfrentar surpresa com os resultados. E mesmo quando optamos por caminhos novos, temos uma expectativa construída a partir daquilo que conhecemos. Por esse motivo, nossas experiências em tomadas de decisões são tão importantes.

Quando temos que escolher uma alternativa, é necessário abrir mão de muitas outras. Isso gera um sentimento de perda e situações de impasse, cuja resolução é tão difícil que pode ser mais fácil desistir. Ao contrário do que muita gente acredita, ter muitas opções de escolha nos leva a tomar decisões piores – ou não tomar decisão nenhuma. Resolver uma questão rapidamente ou gastar mais tempo em ponderações nem sempre revela uma decisão melhor ou pior. Tudo depende do nível de ansiedade.

O lado emocional na tomada de decisão

O emocional é muito mais determinante que o racional na tomada da decisão. A racionalidade é uma invenção humana para justificar a decisão. As decisões são norteadas por componentes afetivos.

Não existe, portanto, decisão desligada da emoção. Imaginar a possibilidade de sucesso dispara um sentimento de prazer, da mesma forma que pensar em um possível fracasso nos aproxima do desprazer, da perda. A emoção é a ferramenta que a natureza desenvolveu para que o cérebro possa avaliar se a decisão é certa ou errada. A tomada de decisão tem tudo a ver com a avaliação do benefício esperado depois da ação.

As emoções despertam sentimentos de bem-estar, autoconfiança e também de insegurança, estresse ou ansiedade. Essas sensações, apesar de bastante particulares, influenciam diretamente o desenvolvimento dos próximos passos de um plano que, às vezes, pode envolver indiretamente outras pessoas e gerar impactos em grande escala.

Exercitar o autocontrole e interromper situações que inflam os níveis de estresse são fatores importantes para a busca do equilíbrio. Tornar os desfechos das nossas decisões mais tangíveis; ter o máximo de informação a respeito do assunto, de preferência com diferentes perspectivas; e, sempre que possível, restringir o número de caminhos ou opções disponíveis; estas também são soluções para alcançar a estabilidade emocional.

A busca constante pelo autoconhecimento, tanto da mente quanto do corpo, é uma prática que ajuda a aprimorar um olhar mais analítico sobre o estado emocional e lidar melhor com diferentes sentimentos. A Inteligência Emocional, capacidade de reconhecer diferentes emoções e usá-las a seu favor, é uma competência que deve ser priorizada.

Fadiga de decisão

Assim como o cérebro e o corpo são músculos que podem se esgotar com o uso excessivo, o autocontrole e a força de vontade também estão sujeitos à exaustão. Ao tomar decisão após decisão, esgotamos nossa capacidade de controlar nossos impulsos.

Semelhante aos efeitos da falta de sono, a fadiga de decisão leva à falta de inteligência emocional, de habilidades multitarefas, bem como a falta de iniciativa para criar soluções inovadoras para problemas, de avaliar riscos e de prever consequências.

Dar um descanso para seu cérebro permite que ele faça melhores conexões neurais e, consequentemente, você toma melhores decisões. Seu cérebro, inconscientemente, traz à tona fatos novos e conhecidos que você não conseguia acessar quando estava cercado de distrações.

Jogos de tabuleiro

Os jogos de tabuleiro são uma ferramenta essencial no processo de tomada de decisão. Ser capaz de prever eventos fornece tempo para preparar reações, de forma a melhorar as escolhas a fazer no futuro.

A qualidade do processo de tomada de decisão depende da capacidade do cérebro de antecipar cenários, característica presente na estratégia dos jogos. Os jogos também ajudam a raciocinar sobre as próprias decisões e exercitar a introspecção, que pode ser uma boa estratégia para identificar valores e objetivos a curto e longo prazo, ajudando a construir critérios sobre suas necessidades e motivações.

Você corre risco de perder o emprego para um robô?

Você corre risco de perder o emprego para um robô?

Confira de que forma você pode continuar valorizado mesmo em um mundo automatizado

Não se trata de uma previsão de ficção científica. Já está acontecendo. São robôs que fazem o trabalho de advogados numa fração do tempo. Jornalistas que são substituídos por softwares que escrevem relatórios financeiros, quase que simultaneamente ao momento que os dados são divulgados. Até roteiristas já foram substituídos por essas máquinas cada vez mais inteligentes e que não param de aprender. Todos os titãs do Vale do Silício, como Apple, Microsoft, Amazon, Google e Facebook, estão apostando os seus bilhões de dólares em pesquisas nessa nova fronteira da tecnologia.

Primeiro, as máquinas substituíram atividades mais simples e repetitivas, como funções em linhas de montagem de fábricas. Agora, há uma ameaça cada vez maior a profissões que requerem habilidades mais complexas. Nenhuma indústria ou ocupação é imune à automação. A tecnologia de computação se sofisticou. Equipamentos eletrônicos usados na robótica estão melhores e mais baratos. Isso permite identificar padrões e automatizar atividades não repetitivas, como fazer uma tradução ou dirigir um carro, coisas que não acreditávamos que podíamos automatizar há uma década.

Os impactos da robótica e da inteligência artificial atingirão diversas áreas da economia, como os setores de agricultura, da indústria, de veículos, de entretenimento, de prestação de serviços, vendas, construção, saúde e financeiro. Telemarketing também é uma atividade que, potencialmente, tende a ser executada cada vez mais por máquinas e menos por humanos no mundo todo. O trabalho de caixa, no banco ou no supermercado, já tem sido facilmente substituído por computadores. Quem trabalha com transporte e logística ou com apoio administrativo também deve ser, eventualmente, substituído por um robô.

As 10 profissões mais ameaçadas de serem automatizadas:

1. Agente de crédito

2. Analista de crédito

3. Corretor de imóveis

4. Gerente de remuneração e benefícios

5. Atendentes de agências dos correios

6. Operadores de usinas nucleares

7. Analista de orçamento

8. Contador e auditor

9. Técnico de geologia e petróleo

10. Operadores de estações de exploração de gás

No entanto, o fato de um determinado trabalho estar na lista dos postos mais suscetíveis a serem realizados por robôs em um futuro próximo não significa necessariamente que essa função será, de fato, automatizada. A decisão sobre substituir trabalhadores por máquinas depende de diversos fatores, como custos de capital e trabalho, preferência de consumidores e legislação. A automação nem sempre é mais barata do que o trabalhador humano e requer um grande investimento, e o retorno pode não valer a pena.

Competências Socioemocionais

É fato que a automação cada vez mais deve transformar o mercado de trabalho, mas existe, sim, uma saída para os profissionais. É preciso se adaptar.

Os robôs poderão, sim, automatizar o trabalho de muita gente. No entanto, apesar de toda essa evolução, apenas 5% dos trabalhos serão completamente automatizados. Isso significa que há um enorme potencial não apenas para os humanos manterem seus empregos, mas também para se tornarem mais produtivos do que nunca.

Todos os profissionais precisarão se adaptar a um cenário com novas tecnologias, máquinas, robôs e inteligência artificial em diversas áreas, à medida que suas ocupações forem sofrendo a influência das máquinas. Algumas pessoas poderão fazer isso por meio de uma educação melhor. Outras, precisarão gastar mais tempo em atividades que exigem competências socioemocionais, criatividade, alto nível de capacidade cognitiva e habilidades que são difíceis de os robôs replicarem. De forma geral, significa usar menos o esforço físico e muito mais aptidões mentais.

Habilidades como originalidade e inteligência socioemocional são características difíceis de se automatizar. Quanto mais características deste tipo uma tarefa exige e quanto mais complexa ela é em termos de percepção sensorial e manipulação de objetos físicos, menor a chance de ser executada por um computador.

Empregos que requerem interação humana, como médicos, advogados, professores e bartenders, têm menos chance de serem substituídos por robôs. Trabalhos especializados, mas com salários não muito altos, como jardineiros, encanadores e cuidadores, também estão menos vulneráveis.

As 10 profissões menos ameaçadas pelas máquinas:

1. Supervisor de trabalhos mecânicos, instaladores e reparadores

2. Diretores de gerenciamento de emergências

3. Audiologista

4. Terapeuta ocupacional

5. Ortodontistas e especialistas em próteses

6. Cirurgiões buco-maxilo-faciais

7. Supervisores de bombeiros

8. Nutricionistas

9. Engenheiros de vendas

10. Médicos e cirurgiões

As competências socioemocionais são estimuladas por meio do Super Cérebro. O método, desenvolvido com o conceito de academia do cérebro, utiliza ferramentas inovadoras e exclusivas como o Soroban (ábaco japonês) e jogos importados premiados para desenvolver novas formas de pensar e, ainda, estimular a mente.

O método Super Cérebro desenvolve habilidades que vão fazer a diferença na hora de se destacar no mercado de trabalho. Entre em contato com a unidade mais próxima e agende uma aula experimental. Acesse: www.supercerebro.com.br

As profissões em alta no Brasil em 2020

As profissões em alta no Brasil em 2020

Cargos estão ligados aos setores de tecnologia da informação e internet, com o gestor de redes sociais ocupando a primeira posição do ranking.

Enquanto alguns estudos alertam para as profissões que podem desaparecer com o avanço da tecnologia, outras tornam-se destaque no mercado de trabalho a cada ano. As profissões do futuro são cada vez mais objeto de curiosidade de jovens, mas também de adultos que desejam recomeçar a vida em outro emprego. Escolher ou trocar de área é um dos desafios mais difíceis. Porém, torna-se um pouco mais fácil ao conhecer as profissões que o mercado oferece.

Para estar alinhado às necessidades do mercado, é fundamental conhecer as demandas das principais empresas e recrutadores. Para tal, é preciso preencher os requisitos para os cargos em alta, como a formação específica, a integração às tendências em tecnologias, as habilidades técnicas e as competências comportamentais, conhecidas como soft skills.

Os executivos com conhecimento em inovação estarão na mira das empresas. Nos anos anteriores, havia uma forte demanda por profissionais que pudessem desempenhar funções com foco em redução de custos. Agora, a procura será diferente, pautada pela mentalidade de crescimento e pela experiência do consumidor.

O LinkedIn divulgou, recentemente, um levantamento apontando as profissões cuja demanda deve crescer em 2020. O estudo foi realizado a partir de informações da companhia, incluindo as habilidades mais requisitadas e os setores que mais contratam em cada área.

O levantamento mostra que as profissões ligadas aos setores de tecnologia da informação e internet estão em evidência. Dentre as profissões, estão a de engenheiro de cibersegurança e cientista de dados, cada vez mais requisitados pelos setores financeiro e bancário com o surgimento de novas fintechs e bancos digitais.

O cenário do mercado de trabalho não pode ser estabelecido em um futuro próximo mas, o que podemos apontar com alguma certeza é que flexibilidade, criatividade e capacidade de adaptação serão indispensáveis. A grande sacada dos próximos anos é pensar em carreiras que envolvam criatividade e relacionamento. Isso porque são funções que a inteligência artificial não consegue reproduzir com precisão.

Confira abaixo as principais informações das áreas em destaque:

1. Gestor de mídias sociais

O Gestor de mídias sociais aparece como a profissão com maior destaque para esse ano. O profissional é encarregado de liderar a equipe de social media da empresa. Entre as responsabilidades, estão planejar a estratégia de conteúdos, monitorar o acesso e interação dos usuários com a companhia, além de avaliar dados importantes que são coletados nas redes sociais.

Nunca se deve afastar o lado humano da estratégia. Mesmo no ambiente online, as pessoas ainda querem carinho e atenção, por isso contatos e clientes devem ser tratados como pessoas e não somente como acessos.

2. Engenheiro de cibersegurança

A segurança cibernética é um fator crítico para o sucesso de qualquer negócio digital, já que ataques hacker podem causar bilhões em prejuízos em pouquíssimo tempo. A função de um engenheiro de cibersegurança é criar mecanismos e sistemas que garantam a segurança dos dados da empresa.

3. Especialistas em Experiência de Usuário/Cliente

Existem algumas variações para esse profissional no mercado, como Customer Success, na tradução literal, Sucesso do Cliente. Trata-se de uma área da empresa dedicada a ter certeza de que a solução que oferece está trazendo os resultados que o cliente esperava em seu negócio.

Apesar de ser uma área relativamente nova no mercado, o profissional de Customer Success já é uma realidade e os hábitos de consumo têm pedido, direta ou indiretamente, um profissional como esse. Já é comum encontrar esses profissionais em empresas de e-commerces e outras plataformas.

4. Creators

Esses profissionais já estão em alta e prometem ficar nos próximos anos. Também conhecidos como Digital Influencers ou Influenciadores Digitais, seu trabalho é produzir conteúdo para a internet, promover vendas de produtos e serviços, e entreter nas redes sociais.

5. Gestor de comunidade

Também chamado de Community Manager, esse profissional é responsável pela gestão de uma determinada comunidade de pessoas que se relaciona diretamente com a empresa. É sua função fazer com que as pessoas que pertencem ao grupo se conectem entre si, alcancem seus objetivos e se sintam partes significativas do todo, e não apenas mais um número.

Além disso, o CM faz o gerenciamento da imagem que a empresa tem com a sua comunidade, cuidando das interações com cada membro para que elas projetem os valores adotados pela marca. Alguns negócios já possuem profissionais focados nessa função, que irá se expandir nos próximos anos.

6. Desenvolvedor de dispositivos “wearables”

Na tradução livre, “wearable” quer dizer “vestível”. São óculos, lentes, relógios e outros equipamentos que tenham algum tipo de tecnologia que facilite a vida das pessoas. Os profissionais capazes de desenvolver esses dispositivos estarão entre os mais procurados nos próximos anos.

As tecnologias vestíveis poderão ser integradas ao mundo corporativo, com empresas utilizando gadgets para trabalhos em campo, melhoria de processos e aumento da qualidade de seus serviços. Nesse sentido, os wearables criarão novas formas de comunicação, aplicativos mais poderosos e serviços comerciais mais digitais e inovadores.

7. Gestor de inovação

O papel da gestão de inovação nas empresas é tornar o ambiente de negócios propício para a concepção de ideias inovadoras, seu desenvolvimento e materialização, assim como para a sua oferta ao mercado, na forma de um produto, processo, serviço, modelo de negócio ou tecnologia.

O papel da gestão de inovação nas empresas tem caráter estratégico, pois se vincula às questões de sustentabilidade do negócio. Portanto, a alta direção das empresas precisa estar diretamente envolvida nas rotinas de inovação.

8. Especialista em e-commerce

O especialista em e-commerce planeja e elabora estratégias em plataformas de comércio eletrônico, desenvolve campanhas, acompanha usabilidade e experiência do usuário. Identifica oportunidades para aumento de visitas e vendas, analisa concorrentes, implanta plano de ação e tomada de decisão para o desenvolvimento do negócio.

O e-commerce já é um modelo de negócio trivial na vida das pessoas. Porém, com tantas lojas virtuais concorrendo na internet, será preciso se destacar cada vez mais para atrair clientes. Por isso, o profissional especialista em e-commerce ainda tem um tempo longo de vida garantido.

9. Especialista em energias renováveis ou energias alternativas

Não é de hoje que a preocupação com o ambiente é crescente. A tendência é que seja cada vez mais necessário pensar em recursos alternativos que não gerem impacto no meio ambiente. O especialista em energias renováveis planeja, opera e faz a manutenção de sistemas que envolvem energias renováveis, como eólica, solar, de biomassa, hidráulica, entre outras, conforme as normas técnicas e de segurança e visando a redução dos impactos ambientais. Esse profissional pode trabalhar em empresas de geração e de transmissão de energia, concessionárias de energia, cooperativas de eletrificação e órgãos reguladores.

Colônia de Férias anima o Super Cérebro Manaus

Crianças aproveitam o período de férias com muita diversão inteligente. Confira!

A criançada em Manaus está aproveitando o período de férias para estimular o cérebro e se divertir de forma inteligente! A sede do Super Cérebro Manaus está lotada, com atividades muito divertidas com os jogos de tabuleiro premiados e o Soroban (ábaco japonês).
Confira, nas imagens, a alegria da turma que está participando da Colônia de Férias do Super Cérebro Manaus!

Quer conhecer o Super Cérebro? Entre em contato com a unidade mais próxima e agende uma aula experimental GRATUITA.

Conheça a importância das relações sociais para sua saúde!

Conheça a importância das relações sociais para sua saúde!

Dra. Carla Tieppo, consultora e franqueada Super Cérebro, mostra como as relações sociais interferem na saúde

Você já deve ter ouvido muitas vezes que o ser humano é um ser social, não é mesmo? Nesse vídeo, a neurocientista e consultora do Super Cérebro, Dra. Carla Tieppo, fala sobre a importância da vida social e como a sociabilização é fundamental para a manutenção da saúde de nosso cérebro. Confira!

https://youtu.be/KEC990eT-NQ
Como andam suas reservas cognitivas?

Como andam suas reservas cognitivas?

Para viver mais e com qualidade de vida é importante cuidar da saúde do cérebro!

Estamos vivendo mais, e para viver com qualidade de vida é essencial cuidar também da saúde do cérebro. O que importa para manter o cérebro saudável é a reserva cognitiva, composta por todos os circuitos formados por seus neurônios. Quanto maior a reserva cognitiva, melhor! Para isso é importante manter-se ativo e aprender coisas novas, em qualquer idade.

Confira a explicação da Doutora Carla Tieppo no vídeo e saiba mais!

https://youtu.be/KgMxnW9P-LE
Habilidades socioemocionais ganham força no mercado de trabalho

Habilidades socioemocionais ganham força no mercado de trabalho

São atributos que não se aprende necessariamente em sala de aula, mas as instituições de ensino podem, sim, ajudar

Em um mercado de trabalho que se torna cada vez mais competitivo, apenas bons currículos e qualificações não são mais suficientes para conquistar a vaga desejada. Isso ocorre porque, atualmente, as empresas esperam também por outro tipo de competências em seus funcionários: as soft skills (ou habilidades comportamentais).

O mercado corporativo moderno valoriza cada vez mais pessoas com competências socioemocionais. Esse tipo de habilidade envolve empatia, trabalho em equipe, gestão do tempo e, o mais importante, relacionamento interpessoal. São atributos que não dá para adquirir estudando ou lendo teorias. Também não é o tipo de habilidade que se conquista apenas como traço de personalidade ou a partir da criação familiar. Porém, é possível desenvolver e melhorar sempre.

Uma pesquisa recente da revista Você S/A revelou que somente 13% das demissões têm a ver com as hard skills (ou habilidades técnicas), enquanto 87% estão diretamente ligadas a questões comportamentais, ou seja, à ausência de soft skills. As empresas contratam pelo currículo e demitem pelo comportamento.

Atualmente, além de verificar os atributos técnicos, os recrutadores buscam profissionais com soft skills bem desenvolvidas. Ao contrário das hard skills, que podem ser medidas por meio de testes simples e comprovadas através de certificados e diplomas, as soft skills possuem natureza intangível e difícil de mensurar. As soft skills são traços de personalidade que influenciam os relacionamentos no ambiente de trabalho e, consequentemente, a produtividade da equipe e da organização como um todo.

Em geral, é mais simples para o empregador ensinar uma competência técnica do que uma comportamental. E, no mundo de negócios contemporâneo, os colaboradores devem obrigatoriamente ser capazes de se adaptar rapidamente, trabalhar bem em equipe, superar desafios e lidar com adversidades externas.

A consciência das emoções e o desenvolvimento das competências comportamentais são fatores essenciais para o sucesso do indivíduo. Por outro lado, a incapacidade de gerenciar as próprias emoções pode prejudicar gravemente a performance profissional e o desempenho corporativo. É importante ressaltar que as habilidades são importantes para a vida como um todo. São benéficas para a vida acadêmica, e para o sucesso pessoal e profissional.

Principais tipos de soft skills

A demanda crescente por soft skills nas empresas também se explica pela tendência de queda das fronteiras entre as atribuições de cada profissão. Os profissionais de todas as áreas devem ser capazes de se adaptar, adquirir novos conhecimentos técnicos, características comportamentais e capacidade de atuar junto a colegas de formações e áreas diferentes.

Em 2017, a pesquisa global do Capgemini Digital Transformations Institute descobriu que 60% das organizações estão insatisfeitas com as soft skills de seus colaboradores. Veja quais são as habilidades mais usadas.

Autoconhecimento: capacidade de reconhecer com precisão as próprias emoções, pensamentos, valores e como eles influenciam o comportamento. Assim, pode-se avaliar com precisão os pontos fortes e as limitações de uma pessoa.

Autocontrole: capacidade de regular, com sucesso, as próprias emoções, os pensamentos e os comportamentos em diferentes situações. Administrar com eficiência o estresse, controlando os impulsos e motivando a si mesmo.

Empatia: tentar compreender sentimentos e emoções, procurando experimentar de forma objetiva e racional o que sente o outro indivíduo.

Relacionamento interpessoal: capacidade de estabelecer e manter relacionamentos saudáveis e gratificantes com diversos indivíduos e grupos. Promove as condições de se comunicar claramente, ouvir bem, cooperar com os outros, resistir às pressões da sociedade, negociar conflitos e procurar oferecer ajuda quando necessário.

Autonomia: refere-se à capacidade que os seres humanos apresentam de poder tomar decisões por si, sem ajuda do outro. É estar empoderado da capacidade de decidir de forma livre e espontânea.

Tomada de decisão: capacidade de fazer escolhas construtivas a partir do comportamento pessoal e suas interações sociais com base em padrões éticos, preocupações com segurança e normas sociais. Avaliar as consequências de várias ações e suas relações com o próprio bem-estar e dos outros.

Ética: é a condição do ser humano de avaliar a sua conduta ou a de outro ser humano com base nos valores de uma sociedade.Graças à ética sabemos diferenciar o que é bom e o que não é, se alguém é respeitável ou corrupto, leal ou indigno.

Responsabilidade: cumprir com o dever de assumir as consequências provenientes dos atos.Abrange uma amplitude de conceitos que têm relação com assumir as responsabilidades dos atos praticados de forma consciente e intencionada.

Criatividade: é a capacidade de usar habilidades para criar ferramentas ou adaptar-se ao meio. É encontrar respostas ou descobrir maneiras de inventar algo novo para melhorar a vida cotidiana.

O papel da escola no desenvolvimento das competências socioemocionais

A educação, cada vez mais, enxerga as pessoas em sua totalidade. Isso significa que os processos pedagógicos utilizados no ensino-aprendizagem consideram os indivíduos a partir de uma multiplicidade de valores. Um ser humano é o que é devido às suas inúmeras características, ao contexto em que vive e à forma como “transita” pelo mundo. Tão importante quanto os conteúdos e as práticas educativas são, é a atenção dada às competências socioemocionais.

O êxito e o fracasso, ao contrário do que muitos acreditam, não são determinados por características genéticas e imutáveis. Diversos estudos recentes já indicaram que grande parte dos circuitos cerebrais humanos é flexível e pode ser aperfeiçoada. Por isso, a importância de essas habilidades serem praticadas pelos profissionais e incorporadas aos sistemas de ensino.

Assim como acontece com os conteúdos curriculares e as noções de comportamento, as habilidades socioemocionais precisam ser trabalhadas. Sem dúvida, essa responsabilidade passa pela família da criança, mas as instituições de ensino têm também essa atribuição.

A escola colabora no desenvolvimento das competências possibilitando o trabalho com as emoções e os sentimentos de forma geral. Isso é permitido a partir de um projeto com aulas, salas multimídias, troca de experiências entre os profissionais, apoio dos pais e muita criatividade dos professores. Conviver mais socialmente, participar da vida em comunidade é importante para aprender a lidar com diferenças de idade, valores, criação, algo que se transporta para o ambiente corporativo.

Muitas escolas são muito organizadas em torno de um modelo em que o professor tem todo o conhecimento e apresenta-o em um estilo de palestra. O ambiente de trabalho não se parece em nada com isso – é um ambiente fluido, em que trabalhadores são constantemente colocados em equipes para resolver problemas não estruturados, e as pessoas têm papéis múltiplos.

É fundamental que as escolas repliquem isso, para que se pareçam mais com o ambiente de trabalho moderno. O processo de construção e aperfeiçoamento de habilidades pessoais deve ser permanente, tendo em vista que elas estão intimamente relacionadas à identidade das empresas e à matriz de imagem de marca das mesmas.

Desenvolva competências socioemocionais na academia do cérebro

As competências socioemocionais serão trabalhadas no currículo escolar a partir de 2020, de maneira transdisciplinar, e podem ser ainda mais estimuladas por meio do método Super Cérebro. O método, desenvolvido com o conceito de academia do cérebro, utiliza ferramentas inovadoras e exclusivas como o Soroban (ábaco japonês), jogos importados premiados e desafios criativos para desenvolver novas formas de pensar e, ainda, estimular a mente.

O método Super Cérebro desenvolve competências que vão fazer a diferença na hora de se destacar no mercado de trabalho. Entre em contato com a unidade mais próxima e agende uma SUPER aula experimental. Acesse! www.supercerebro.com.br