Gestor, você tem desenvolvido empatia em sua equipe?

Gestor, você tem desenvolvido empatia em sua equipe?

Entenda melhor como a empatia pode ajudar com melhores resultados para a sua equipe 

 

por Hellen Barbosa 

 

Empatia é a capacidade de compreender o outro de forma emocional e, segundo o relatório da Page Executive, está entre uma das dez tendências corporativas mais importantes para os próximos anos. E você sabia que essa característica pode ter um impacto direto na produtividade, lealdade e engajamento da equipe de colaboradores que você faz parte?

Isso mesmo, segundo uma pesquisa da Empathy Monitor, 77% dos profissionais presentes no mercado de trabalho estão dispostos a trabalhar por mais tempo, por exemplo, quando sentem que estão em um ambiente muito mais empático. Levando em consideração este cenário é fácil perceber que a figura do chefe que apenas “manda” e do colaborador que “obedece” já está mais do que ultrapassada, não é?

Por isso, a maioria das grandes empresas intensificaram suas buscas por profissionais cada vez mais humanizados. Além de humano, o líder do mercado de trabalho atual precisa valorizar as habilidades de seus colaboradores, além de se colocar no lugar deles em todas as situações do dia a dia, ajudando a superar as possíveis fraquezas destes profissionais e dando apoio para que ele possa se desenvolver e crescer profissionalmente.

Um levantamento feito pela Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, coloca o Brasil na 51º posição entre os países mais empáticos do mundo, sendo que 63 países foram analisados. Ou seja, estamos caminhando em passos lentos para sermos empáticos em um nível aceitável. Por isso, os gestores atuais precisam mudar, de forma comportamental, a relação de confiança que exercem sobre o seu time de colaboradores, se colocando no lugar de cada um.

Mas o que é preciso para se tornar um líder corporativo empático? 

  • Pratique o autoconhecimento: é importante que você e seus colaboradores se sintam importantes na equipe que fazem parte, promovendo assim, sensação de pertencimento para a equipe como um todo;
  • Dê e peça feedbacks: a transparência de poder dar e pedir feedbacks é fundamental para que uma equipe seja considerada empática;
  • Tenha uma equipe plural: cada vez mais o mundo pede, diariamente, por pluralidade. No mercado corporativo não é muito diferente, cada vez mais é preciso buscar abraçar a diversidade e pluralidade de diferentes grupos e ideias;
  • Capacite sua equipe: Investir em uma equipe competente é fundamental para o sucesso. Através do Super Cérebro Empresas é possível desenvolver habilidades socioemocionais que vão elevar o nível de especialização e empatia de sua equipe. Através de módulos que desenvolvem liderança, comunicação, criatividade, inovação, cooperação, flexibilidade e inteligência emocional. Características ligadas diretamente a empatia.

Um estudo desenvolvido pela Empathy Business com apoio da Harvard Business Review demonstrou que os dez maiores grupos corporativos da atualidade, entre eles o Facebook, Google e Linkedin, apresentam o maior índice de empatia, e consequentemente também registram duas vezes maior valorização no mercado do que as piores companhias classificadas pelo ranking. Ou seja, a empatia corporativa também traz impactos sólidos para os resultados da empresa, além de ser importantíssima para o bem estar dos colaboradores.

Seis soft skills essenciais do mundo corporativo para desenvolver no dia a dia

Seis soft skills essenciais do mundo corporativo para desenvolver no dia a dia

O verdadeiro diferencial de um colaborador é a capacidade de transformar por meio de inteligência emocional, empatia e adaptabilidade

Para muitos especialistas, estamos vivendo o início da quarta revolução industrial (ou indústria 4.0), que prevê relevantes transformações na forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Em um mundo onde as relações humanas estão cedendo espaço para a inteligência artificial e o conhecimento técnico se torna cada vez mais padronizado, o diferencial pode estar nas soft skills do profissional. Elas são competências humanas, habilidades como comunicação, pensamento estratégico, adaptabilidade e resiliência são algumas das mais citadas e requeridas nas empresas de todos os tipos e setores.

“O desenvolvimento de soft skills ainda representa uma grande oportunidade para ser explorada por organizações de todos os tamanhos. Não apenas pelo simples fato das habilidades socioemocionais serem tão importantes quanto bons conhecimentos técnicos, mas também pela possibilidade de aperfeiçoamento de competências específicas e de acordo com a estratégia e objetivos de cada organização”, explica Rodrigo Ladeira, diretor de marketing da rede de franquias Super Cérebro.

Com o objetivo de preencher essa lacuna de formação de profissionais, surge o Super Cérebro Empresas, programa de capacitação empresarial, com treze módulos para serem aplicados in-loco nas empresas interessadas, por um especialista capacitado e certificado. Se aplicado por completo, a capacitação chega a ter cerca de 120h, mas algumas dicas podem ajudar os profissionais e líderes a desenvolverem algumas das principais soft skills requeridas atualmente. Confira:

1- Liderança por Propósito – Um dos pontos mais importantes para quem quer ser líder é questionar as motivações para esse desejo ou aspiração e qual o propósito em liderar pessoas: é para ensinar, para desenvolver um projeto, é pelo salário ou para desenvolver pessoas e equipes? As respostas desses questionamentos apontam o legado que o profissional quer deixar. Além disso, um líder também precisa saber ouvir e ser humilde, reconhecer que pode ensinar bastante, mas que sempre existirá algo novo para se aprender, e nesse ponto entra a importância de se conectar com as pessoas com quem trabalha.

2 – Cooperação e Trabalho em Equipe – No mundo corporativo, o trabalho em equipe requer menos competitividade e mais colaboração para que todos possam alcançar um objetivo em comum, seja de um departamento ou da empresa como um todo. O importante é perceber que cada colaborador tem seu papel e que todos são importantes. Para isso, também é importante “estar disponível” e ajudar a equipe a crescer, colaborar com os outros mesmo em dúvidas pequenas, independentemente da grande quantidade de trabalho. A cooperação é pensar no todo e não individualmente, ter a empatia de se colocar no lugar do outro e ter o altruísmo e disponibilidade para compreender as necessidades dos outros e apoiá-los na solução de problemas.   

3 – Comunicação Interpessoal –Essa competência vai além da comunicação verbal. Para se comunicar efetivamente é preciso entender a necessidade do outro e apresentar a sua própria necessidade, exercitando a empatia. Mesmo pessoas tímidas podem se comunicar com eficiência, inclusive são capazes de desenvolver melhor a habilidade de observação e análise, enquanto a barreira da comunicação verbal e exposição pode ser vencida com o enfrentamento de pequenos desafios diários, como colocar suas próprias ideias e necessidades em uma reunião.

4 – Criatividade e Curiosidade – Criatividade é uma competência intrínseca a liberdade de realizar, se expressar, questionar e buscar novas possibilidades continuamente. Também é importante perder o medo de errar e arriscar na experimentação e espontaneidade. Nesse mesmo quesito entra a empatia novamente, para que seja possível pensar como o outro e exercitar o não julgamento, já que esse limita a possibilidade de criação e novidades.

5 – Pensamento Estratégico Conhecimento e investigação são as palavras-chaves do pensamento estratégico. Essa competência pode ser desenvolvida por meio de perguntas, pesquisa, busca por informações, quanto mais se questiona um assunto, mais será possível explorar a ideia e a situação em que está envolvida. Precisa ter uma visão sistêmica do processo: o que veio antes, o que está acontecendo e tentar prever o que virá depois. Só assim será possível enxergar as possibilidades e tomar a decisão mais assertiva.

6 – Fácil Adaptação e Flexibilidade – A dica básica é estar sempre aberto ao novo e entender que o mundo não vai parar de mudar, assim, ser um agente de mudança é requisito fundamental para todos os profissionais. Para isso é necessário eliminar de vez o “não posso”. Com o mundo sempre incerto, o profissional precisa de intuição para avaliar os riscos e arriscar nas mudanças. Agilidade e proatividade também são componentes importantes para a flexibilização e adaptabilidade.

No mundo corporativo, adaptabilidade e flexibilidade influenciam todas as outras competências. “O colaborador precisa estar aberto a mudanças para ser o protagonista quando a incerteza chega. Também é a adaptação que leva as empresas e os colaboradores a se autodesenvolverem para sempre estarem a par das novidades e ajudarem a conquistar um objetivo comum, independentemente do cenário atual”, completa Vanessa Lima, coordenadora pedagógica do Grupo Super Cérebro.

Você sabe o que é pensar fora da caixa?

Você sabe o que é pensar fora da caixa?

Pensamentos limitantes e engessados estão cada vez mais perdendo espaço no mercado

Uma expressão muito conhecida, principalmente no mundo corporativo, mas que basicamente significa expandir ao máximo a criatividade e abandonar padrões que limitam o pensamento. E é justamente esse perfil que o mercado profissional tem procurado nos últimos anos. Quem pensa fora da caixa não se prende a caminhos milimetricamente traçados sem dar a oportunidade de inovar e tomar outra direção quando se faz necessário.

Em um cenário globalizado e em constante evolução, é preciso se adaptar rapidamente às mudanças e ter a “expertise” de tomar decisões, resolver problemas e mudar completamente a estratégia de algo que estava pré-estabelecido, mas que, no decorrer do tempo foi perdendo o sentido.

Isso não quer dizer que não devemos seguir regras, desenvolver planejamentos e prever possíveis resultados de acordo com as estratégias e objetivos que temos na vida. Mas entender que precisamos ser flexíveis, caso os nossos planos não saiam conforme o estipulado. E que rebelar-se contra normas e abordagens tradicionais, às vezes, é justamente tomar o melhor caminho.

Hoje já não há mais espaço para pessoas engessadas e limitadas. Frases como “Mas isso está fora do planejado”, “Sempre foi feito assim, não tem porque mudar” ou “Isso saiu do previsto, agora não há o que fazer” apenas atrasam o crescimento de uma pessoa, seja em âmbito profissional ou não. É clichê dizer, mas o passo mais certeiro para começar a pensar fora da caixa é e sempre será a busca por conhecimento. É ler, estudar, conhecer casos de pessoas que agiram além do esperado e fizeram a diferença em seus projetos, e é também se desafiar sempre com situações inovadoras. Aumentar a bagagem do conhecimento é o que irá expandir a mente para caminhos de infinitas possibilidades.

Você corre risco de perder o emprego para um robô?

Você corre risco de perder o emprego para um robô?

Confira de que forma você pode continuar valorizado mesmo em um mundo automatizado

Não se trata de uma previsão de ficção científica. Já está acontecendo. São robôs que fazem o trabalho de advogados numa fração do tempo. Jornalistas que são substituídos por softwares que escrevem relatórios financeiros, quase que simultaneamente ao momento que os dados são divulgados. Até roteiristas já foram substituídos por essas máquinas cada vez mais inteligentes e que não param de aprender. Todos os titãs do Vale do Silício, como Apple, Microsoft, Amazon, Google e Facebook, estão apostando os seus bilhões de dólares em pesquisas nessa nova fronteira da tecnologia.

Primeiro, as máquinas substituíram atividades mais simples e repetitivas, como funções em linhas de montagem de fábricas. Agora, há uma ameaça cada vez maior a profissões que requerem habilidades mais complexas. Nenhuma indústria ou ocupação é imune à automação. A tecnologia de computação se sofisticou. Equipamentos eletrônicos usados na robótica estão melhores e mais baratos. Isso permite identificar padrões e automatizar atividades não repetitivas, como fazer uma tradução ou dirigir um carro, coisas que não acreditávamos que podíamos automatizar há uma década.

Os impactos da robótica e da inteligência artificial atingirão diversas áreas da economia, como os setores de agricultura, da indústria, de veículos, de entretenimento, de prestação de serviços, vendas, construção, saúde e financeiro. Telemarketing também é uma atividade que, potencialmente, tende a ser executada cada vez mais por máquinas e menos por humanos no mundo todo. O trabalho de caixa, no banco ou no supermercado, já tem sido facilmente substituído por computadores. Quem trabalha com transporte e logística ou com apoio administrativo também deve ser, eventualmente, substituído por um robô.

As 10 profissões mais ameaçadas de serem automatizadas:

1. Agente de crédito

2. Analista de crédito

3. Corretor de imóveis

4. Gerente de remuneração e benefícios

5. Atendentes de agências dos correios

6. Operadores de usinas nucleares

7. Analista de orçamento

8. Contador e auditor

9. Técnico de geologia e petróleo

10. Operadores de estações de exploração de gás

No entanto, o fato de um determinado trabalho estar na lista dos postos mais suscetíveis a serem realizados por robôs em um futuro próximo não significa necessariamente que essa função será, de fato, automatizada. A decisão sobre substituir trabalhadores por máquinas depende de diversos fatores, como custos de capital e trabalho, preferência de consumidores e legislação. A automação nem sempre é mais barata do que o trabalhador humano e requer um grande investimento, e o retorno pode não valer a pena.

Competências Socioemocionais

É fato que a automação cada vez mais deve transformar o mercado de trabalho, mas existe, sim, uma saída para os profissionais. É preciso se adaptar.

Os robôs poderão, sim, automatizar o trabalho de muita gente. No entanto, apesar de toda essa evolução, apenas 5% dos trabalhos serão completamente automatizados. Isso significa que há um enorme potencial não apenas para os humanos manterem seus empregos, mas também para se tornarem mais produtivos do que nunca.

Todos os profissionais precisarão se adaptar a um cenário com novas tecnologias, máquinas, robôs e inteligência artificial em diversas áreas, à medida que suas ocupações forem sofrendo a influência das máquinas. Algumas pessoas poderão fazer isso por meio de uma educação melhor. Outras, precisarão gastar mais tempo em atividades que exigem competências socioemocionais, criatividade, alto nível de capacidade cognitiva e habilidades que são difíceis de os robôs replicarem. De forma geral, significa usar menos o esforço físico e muito mais aptidões mentais.

Habilidades como originalidade e inteligência socioemocional são características difíceis de se automatizar. Quanto mais características deste tipo uma tarefa exige e quanto mais complexa ela é em termos de percepção sensorial e manipulação de objetos físicos, menor a chance de ser executada por um computador.

Empregos que requerem interação humana, como médicos, advogados, professores e bartenders, têm menos chance de serem substituídos por robôs. Trabalhos especializados, mas com salários não muito altos, como jardineiros, encanadores e cuidadores, também estão menos vulneráveis.

As 10 profissões menos ameaçadas pelas máquinas:

1. Supervisor de trabalhos mecânicos, instaladores e reparadores

2. Diretores de gerenciamento de emergências

3. Audiologista

4. Terapeuta ocupacional

5. Ortodontistas e especialistas em próteses

6. Cirurgiões buco-maxilo-faciais

7. Supervisores de bombeiros

8. Nutricionistas

9. Engenheiros de vendas

10. Médicos e cirurgiões

As competências socioemocionais são estimuladas por meio do Super Cérebro. O método, desenvolvido com o conceito de academia do cérebro, utiliza ferramentas inovadoras e exclusivas como o Soroban (ábaco japonês) e jogos importados premiados para desenvolver novas formas de pensar e, ainda, estimular a mente.

O método Super Cérebro desenvolve habilidades que vão fazer a diferença na hora de se destacar no mercado de trabalho. Entre em contato com a unidade mais próxima e agende uma aula experimental. Acesse: www.supercerebro.com.br

As profissões em alta no Brasil em 2020

As profissões em alta no Brasil em 2020

Cargos estão ligados aos setores de tecnologia da informação e internet, com o gestor de redes sociais ocupando a primeira posição do ranking.

Enquanto alguns estudos alertam para as profissões que podem desaparecer com o avanço da tecnologia, outras tornam-se destaque no mercado de trabalho a cada ano. As profissões do futuro são cada vez mais objeto de curiosidade de jovens, mas também de adultos que desejam recomeçar a vida em outro emprego. Escolher ou trocar de área é um dos desafios mais difíceis. Porém, torna-se um pouco mais fácil ao conhecer as profissões que o mercado oferece.

Para estar alinhado às necessidades do mercado, é fundamental conhecer as demandas das principais empresas e recrutadores. Para tal, é preciso preencher os requisitos para os cargos em alta, como a formação específica, a integração às tendências em tecnologias, as habilidades técnicas e as competências comportamentais, conhecidas como soft skills.

Os executivos com conhecimento em inovação estarão na mira das empresas. Nos anos anteriores, havia uma forte demanda por profissionais que pudessem desempenhar funções com foco em redução de custos. Agora, a procura será diferente, pautada pela mentalidade de crescimento e pela experiência do consumidor.

O LinkedIn divulgou, recentemente, um levantamento apontando as profissões cuja demanda deve crescer em 2020. O estudo foi realizado a partir de informações da companhia, incluindo as habilidades mais requisitadas e os setores que mais contratam em cada área.

O levantamento mostra que as profissões ligadas aos setores de tecnologia da informação e internet estão em evidência. Dentre as profissões, estão a de engenheiro de cibersegurança e cientista de dados, cada vez mais requisitados pelos setores financeiro e bancário com o surgimento de novas fintechs e bancos digitais.

O cenário do mercado de trabalho não pode ser estabelecido em um futuro próximo mas, o que podemos apontar com alguma certeza é que flexibilidade, criatividade e capacidade de adaptação serão indispensáveis. A grande sacada dos próximos anos é pensar em carreiras que envolvam criatividade e relacionamento. Isso porque são funções que a inteligência artificial não consegue reproduzir com precisão.

Confira abaixo as principais informações das áreas em destaque:

1. Gestor de mídias sociais

O Gestor de mídias sociais aparece como a profissão com maior destaque para esse ano. O profissional é encarregado de liderar a equipe de social media da empresa. Entre as responsabilidades, estão planejar a estratégia de conteúdos, monitorar o acesso e interação dos usuários com a companhia, além de avaliar dados importantes que são coletados nas redes sociais.

Nunca se deve afastar o lado humano da estratégia. Mesmo no ambiente online, as pessoas ainda querem carinho e atenção, por isso contatos e clientes devem ser tratados como pessoas e não somente como acessos.

2. Engenheiro de cibersegurança

A segurança cibernética é um fator crítico para o sucesso de qualquer negócio digital, já que ataques hacker podem causar bilhões em prejuízos em pouquíssimo tempo. A função de um engenheiro de cibersegurança é criar mecanismos e sistemas que garantam a segurança dos dados da empresa.

3. Especialistas em Experiência de Usuário/Cliente

Existem algumas variações para esse profissional no mercado, como Customer Success, na tradução literal, Sucesso do Cliente. Trata-se de uma área da empresa dedicada a ter certeza de que a solução que oferece está trazendo os resultados que o cliente esperava em seu negócio.

Apesar de ser uma área relativamente nova no mercado, o profissional de Customer Success já é uma realidade e os hábitos de consumo têm pedido, direta ou indiretamente, um profissional como esse. Já é comum encontrar esses profissionais em empresas de e-commerces e outras plataformas.

4. Creators

Esses profissionais já estão em alta e prometem ficar nos próximos anos. Também conhecidos como Digital Influencers ou Influenciadores Digitais, seu trabalho é produzir conteúdo para a internet, promover vendas de produtos e serviços, e entreter nas redes sociais.

5. Gestor de comunidade

Também chamado de Community Manager, esse profissional é responsável pela gestão de uma determinada comunidade de pessoas que se relaciona diretamente com a empresa. É sua função fazer com que as pessoas que pertencem ao grupo se conectem entre si, alcancem seus objetivos e se sintam partes significativas do todo, e não apenas mais um número.

Além disso, o CM faz o gerenciamento da imagem que a empresa tem com a sua comunidade, cuidando das interações com cada membro para que elas projetem os valores adotados pela marca. Alguns negócios já possuem profissionais focados nessa função, que irá se expandir nos próximos anos.

6. Desenvolvedor de dispositivos “wearables”

Na tradução livre, “wearable” quer dizer “vestível”. São óculos, lentes, relógios e outros equipamentos que tenham algum tipo de tecnologia que facilite a vida das pessoas. Os profissionais capazes de desenvolver esses dispositivos estarão entre os mais procurados nos próximos anos.

As tecnologias vestíveis poderão ser integradas ao mundo corporativo, com empresas utilizando gadgets para trabalhos em campo, melhoria de processos e aumento da qualidade de seus serviços. Nesse sentido, os wearables criarão novas formas de comunicação, aplicativos mais poderosos e serviços comerciais mais digitais e inovadores.

7. Gestor de inovação

O papel da gestão de inovação nas empresas é tornar o ambiente de negócios propício para a concepção de ideias inovadoras, seu desenvolvimento e materialização, assim como para a sua oferta ao mercado, na forma de um produto, processo, serviço, modelo de negócio ou tecnologia.

O papel da gestão de inovação nas empresas tem caráter estratégico, pois se vincula às questões de sustentabilidade do negócio. Portanto, a alta direção das empresas precisa estar diretamente envolvida nas rotinas de inovação.

8. Especialista em e-commerce

O especialista em e-commerce planeja e elabora estratégias em plataformas de comércio eletrônico, desenvolve campanhas, acompanha usabilidade e experiência do usuário. Identifica oportunidades para aumento de visitas e vendas, analisa concorrentes, implanta plano de ação e tomada de decisão para o desenvolvimento do negócio.

O e-commerce já é um modelo de negócio trivial na vida das pessoas. Porém, com tantas lojas virtuais concorrendo na internet, será preciso se destacar cada vez mais para atrair clientes. Por isso, o profissional especialista em e-commerce ainda tem um tempo longo de vida garantido.

9. Especialista em energias renováveis ou energias alternativas

Não é de hoje que a preocupação com o ambiente é crescente. A tendência é que seja cada vez mais necessário pensar em recursos alternativos que não gerem impacto no meio ambiente. O especialista em energias renováveis planeja, opera e faz a manutenção de sistemas que envolvem energias renováveis, como eólica, solar, de biomassa, hidráulica, entre outras, conforme as normas técnicas e de segurança e visando a redução dos impactos ambientais. Esse profissional pode trabalhar em empresas de geração e de transmissão de energia, concessionárias de energia, cooperativas de eletrificação e órgãos reguladores.

Habilidades socioemocionais ganham força no mercado de trabalho

Habilidades socioemocionais ganham força no mercado de trabalho

São atributos que não se aprende necessariamente em sala de aula, mas as instituições de ensino podem, sim, ajudar

Em um mercado de trabalho que se torna cada vez mais competitivo, apenas bons currículos e qualificações não são mais suficientes para conquistar a vaga desejada. Isso ocorre porque, atualmente, as empresas esperam também por outro tipo de competências em seus funcionários: as soft skills (ou habilidades comportamentais).

O mercado corporativo moderno valoriza cada vez mais pessoas com competências socioemocionais. Esse tipo de habilidade envolve empatia, trabalho em equipe, gestão do tempo e, o mais importante, relacionamento interpessoal. São atributos que não dá para adquirir estudando ou lendo teorias. Também não é o tipo de habilidade que se conquista apenas como traço de personalidade ou a partir da criação familiar. Porém, é possível desenvolver e melhorar sempre.

Uma pesquisa recente da revista Você S/A revelou que somente 13% das demissões têm a ver com as hard skills (ou habilidades técnicas), enquanto 87% estão diretamente ligadas a questões comportamentais, ou seja, à ausência de soft skills. As empresas contratam pelo currículo e demitem pelo comportamento.

Atualmente, além de verificar os atributos técnicos, os recrutadores buscam profissionais com soft skills bem desenvolvidas. Ao contrário das hard skills, que podem ser medidas por meio de testes simples e comprovadas através de certificados e diplomas, as soft skills possuem natureza intangível e difícil de mensurar. As soft skills são traços de personalidade que influenciam os relacionamentos no ambiente de trabalho e, consequentemente, a produtividade da equipe e da organização como um todo.

Em geral, é mais simples para o empregador ensinar uma competência técnica do que uma comportamental. E, no mundo de negócios contemporâneo, os colaboradores devem obrigatoriamente ser capazes de se adaptar rapidamente, trabalhar bem em equipe, superar desafios e lidar com adversidades externas.

A consciência das emoções e o desenvolvimento das competências comportamentais são fatores essenciais para o sucesso do indivíduo. Por outro lado, a incapacidade de gerenciar as próprias emoções pode prejudicar gravemente a performance profissional e o desempenho corporativo. É importante ressaltar que as habilidades são importantes para a vida como um todo. São benéficas para a vida acadêmica, e para o sucesso pessoal e profissional.

Principais tipos de soft skills

A demanda crescente por soft skills nas empresas também se explica pela tendência de queda das fronteiras entre as atribuições de cada profissão. Os profissionais de todas as áreas devem ser capazes de se adaptar, adquirir novos conhecimentos técnicos, características comportamentais e capacidade de atuar junto a colegas de formações e áreas diferentes.

Em 2017, a pesquisa global do Capgemini Digital Transformations Institute descobriu que 60% das organizações estão insatisfeitas com as soft skills de seus colaboradores. Veja quais são as habilidades mais usadas.

Autoconhecimento: capacidade de reconhecer com precisão as próprias emoções, pensamentos, valores e como eles influenciam o comportamento. Assim, pode-se avaliar com precisão os pontos fortes e as limitações de uma pessoa.

Autocontrole: capacidade de regular, com sucesso, as próprias emoções, os pensamentos e os comportamentos em diferentes situações. Administrar com eficiência o estresse, controlando os impulsos e motivando a si mesmo.

Empatia: tentar compreender sentimentos e emoções, procurando experimentar de forma objetiva e racional o que sente o outro indivíduo.

Relacionamento interpessoal: capacidade de estabelecer e manter relacionamentos saudáveis e gratificantes com diversos indivíduos e grupos. Promove as condições de se comunicar claramente, ouvir bem, cooperar com os outros, resistir às pressões da sociedade, negociar conflitos e procurar oferecer ajuda quando necessário.

Autonomia: refere-se à capacidade que os seres humanos apresentam de poder tomar decisões por si, sem ajuda do outro. É estar empoderado da capacidade de decidir de forma livre e espontânea.

Tomada de decisão: capacidade de fazer escolhas construtivas a partir do comportamento pessoal e suas interações sociais com base em padrões éticos, preocupações com segurança e normas sociais. Avaliar as consequências de várias ações e suas relações com o próprio bem-estar e dos outros.

Ética: é a condição do ser humano de avaliar a sua conduta ou a de outro ser humano com base nos valores de uma sociedade.Graças à ética sabemos diferenciar o que é bom e o que não é, se alguém é respeitável ou corrupto, leal ou indigno.

Responsabilidade: cumprir com o dever de assumir as consequências provenientes dos atos.Abrange uma amplitude de conceitos que têm relação com assumir as responsabilidades dos atos praticados de forma consciente e intencionada.

Criatividade: é a capacidade de usar habilidades para criar ferramentas ou adaptar-se ao meio. É encontrar respostas ou descobrir maneiras de inventar algo novo para melhorar a vida cotidiana.

O papel da escola no desenvolvimento das competências socioemocionais

A educação, cada vez mais, enxerga as pessoas em sua totalidade. Isso significa que os processos pedagógicos utilizados no ensino-aprendizagem consideram os indivíduos a partir de uma multiplicidade de valores. Um ser humano é o que é devido às suas inúmeras características, ao contexto em que vive e à forma como “transita” pelo mundo. Tão importante quanto os conteúdos e as práticas educativas são, é a atenção dada às competências socioemocionais.

O êxito e o fracasso, ao contrário do que muitos acreditam, não são determinados por características genéticas e imutáveis. Diversos estudos recentes já indicaram que grande parte dos circuitos cerebrais humanos é flexível e pode ser aperfeiçoada. Por isso, a importância de essas habilidades serem praticadas pelos profissionais e incorporadas aos sistemas de ensino.

Assim como acontece com os conteúdos curriculares e as noções de comportamento, as habilidades socioemocionais precisam ser trabalhadas. Sem dúvida, essa responsabilidade passa pela família da criança, mas as instituições de ensino têm também essa atribuição.

A escola colabora no desenvolvimento das competências possibilitando o trabalho com as emoções e os sentimentos de forma geral. Isso é permitido a partir de um projeto com aulas, salas multimídias, troca de experiências entre os profissionais, apoio dos pais e muita criatividade dos professores. Conviver mais socialmente, participar da vida em comunidade é importante para aprender a lidar com diferenças de idade, valores, criação, algo que se transporta para o ambiente corporativo.

Muitas escolas são muito organizadas em torno de um modelo em que o professor tem todo o conhecimento e apresenta-o em um estilo de palestra. O ambiente de trabalho não se parece em nada com isso – é um ambiente fluido, em que trabalhadores são constantemente colocados em equipes para resolver problemas não estruturados, e as pessoas têm papéis múltiplos.

É fundamental que as escolas repliquem isso, para que se pareçam mais com o ambiente de trabalho moderno. O processo de construção e aperfeiçoamento de habilidades pessoais deve ser permanente, tendo em vista que elas estão intimamente relacionadas à identidade das empresas e à matriz de imagem de marca das mesmas.

Desenvolva competências socioemocionais na academia do cérebro

As competências socioemocionais serão trabalhadas no currículo escolar a partir de 2020, de maneira transdisciplinar, e podem ser ainda mais estimuladas por meio do método Super Cérebro. O método, desenvolvido com o conceito de academia do cérebro, utiliza ferramentas inovadoras e exclusivas como o Soroban (ábaco japonês), jogos importados premiados e desafios criativos para desenvolver novas formas de pensar e, ainda, estimular a mente.

O método Super Cérebro desenvolve competências que vão fazer a diferença na hora de se destacar no mercado de trabalho. Entre em contato com a unidade mais próxima e agende uma SUPER aula experimental. Acesse! www.supercerebro.com.br