É possível evitar o estresse?

É possível evitar o estresse?

Mulher relaxada com notebook no colo, uma xícara na mãe e acariciando um gato.

Descubra se existem formas de evitar ou controlar o estresse presente no seu dia a dia 

por Hellen Barbosa 

Levando em consideração o ponto de vista biológico, o estresse, segundo os cientistas, é uma característica totalmente funcional e que pode ter sido um fator fundamental para a sobrevivência de nossos ancestrais, que sempre precisaram lidar com defesa e ataque. A Síndrome Geral de Adaptação ao Estresse era o processo pelo qual o homem primitivo costumava passar enquanto estava lidando com atividades básicas de sobrevivência.

Em outras palavras, esta Síndrome seria a capacidade cerebral de reconhecer um contexto de ameaça e, de forma espontânea, emitir impulsos que geram diversas reações químicas e fisiológicas, que possuem como objetivo principal otimizar o funcionamento de cada órgão do nosso organismo. Para que durante as ações de tomada de decisão, ou até de ações imediatas como lutar ou fugir, nós consigamos ter o máximo possível de eficiência.

Levando em conta todo este cenário biológico, o corpo humano, até hoje, continua possuindo as mesmas reações químicas e fisiológicas para situações estressantes. A única diferença são os tipos de episódios que nos levam a ficar estressados, como a pressão para cumprir prazos no trabalho, a ansiedade para um dia importante ou a pandemia da Covid-19. Você sabia que nosso organismo pode até estar preparado para lidar com todas estas condições de estresse, mas ele precisa de alternância com períodos de relaxamento, para que o equilíbrio hormonal seja recuperado?

Mas quais são os sintomas do estresse? 

  • Alteração constante de humor;
  • Hábitos que demonstram nervosismo, como por exemplo roer as unhas;
  • Mudanças bruscas no sono, que podem ser dormir muito ou pouco;
  • Tensão muscular;
  • Falta de apetite;
  • Problemas de atenção e memória;
  • Formigamentos;
  • Náuseas e tonturas;
  • Dores diárias no corpo, principalmente no peito;
  • Queda de cabelo.

Segundo uma pesquisa de 2014, feita pelo Instituto de Psicologia e Controle do Stress, o IPCS, em que cerca de 2.195 brasileiros adultos participaram, 34% deles relataram estresse extremo. Mas existem maneiras de controlar e até evitar o estresse. Você sabia?

Trouxemos cinco dicas práticas e diárias que podem melhorar e muito os seus níveis de estresse: 

  1. É importante que você tente descobrir de onde vem o seu estresse. Ao identificar isso, você estará mais perto de conseguir se organizar e tomar medidas necessárias e que podem ser importantíssimas para mudar a maneira como você se sente;
  2. Depois, é preciso que você entenda e considere o que pode ser mudado por você e que comece a trabalhar nisso;
  3. Achar atividades que você gosta pode ser um ponto decisor. Experimente começar por coisas que te fazem bem e que costumam ser gratificantes;
  4. Gerenciar o seu tempo também pode ser importante para que você alcance o objetivo de conseguir realizar todos os pontos acima;
  5. E por último, mas não menos importante, não se cobre tanto e nem fique tão preocupado em suprir todas as expectativas colocadas em cima de você.

O estresse acaba sendo uma reação inevitável para os seres humanos, ainda mais levando em conta o cenário em que estamos inseridos. Mas uma coisa é fato, se o estresse será um vilão ou não, isso é uma decisão sua. Tudo depende de como você reage e de quanto está colocando a inteligência emocional em prática.

É possível manter o equilíbrio mental durante o lockdown causado pela pandemia do Covid-19?

É possível manter o equilíbrio mental durante o lockdown causado pela pandemia do Covid-19?

“Educar a mente sem educar o coração não é educação” Aristóteles

Por Hellen Barbosa

Lidar com emoções tem se mostrado fundamental, principalmente em situações desafiadoras, como a pandemia do novo coronavírus. O mundo todo tem visto a quarentena como uma espécie de desafio global. O distanciamento social nos obriga a estar longe das pessoas que amamos. Além disso, empresas e escritórios do mundo todo estão passando por novas adaptações nos mais diversos setores de trabalho. Todos os dias, nos encontramos com notícias preocupantes e que podem desencadear e acentuar problemas como ansiedade e depressão. 

Porém, a maioria das pessoas não reconhece os próprios sentimentos e por isso acabam terceirizando a culpa. A tendência de querer eliminar o que é sentido também pode ser uma ação prejudicial. É necessário que um ser emocionalmente inteligente saiba reconhecer, lidar e trabalhar com os próprios sentimentos e emoções.

Levando em consideração o “novo normal”, forma com que algumas pessoas se referem ao cenário atual, ocasionado pelo novo coronavírus, com distanciamento social, relacionamentos mantidos apenas por meio da tecnologia e períodos longos em casa. Harvey Deutschendorf, autor de “O Outro Tipo de Inteligência”, afirma em seu livro que desenvolver a própria inteligência emocional não é complexo. Para ele, o desenvolvimento de algumas aptidões podem ser decisivas para ser alguém inteligente emocionalmente.  

A primeira delas é o autoconhecimento, que pode ser desenvolvido através da percepção de seus próprios sentimentos. Para a grande maioria das pessoas, é como se reconhecer os sentimentos pudesse atrapalhar o dia a dia. No entanto, perceber exatamente o que se está sentindo é importante para desenvolver a IE. Uma ação simples, e que pode fazer a diferença para este processo, é verbalizar o que está sentindo. Perceber quais emoções estão aflorando em você no momento, te coloca no controle delas e de você mesmo. 

Saber quando parar também é de suma importância. Muitas vezes perdemos o controle das emoções. Por isso, o melhor é que saibamos criar maneiras de parar e impedir que nossos sentimentos tomem conta das situações. Para isso, não existem fórmulas prontas, o que funciona para você pode não funcionar para o seu colega de trabalho ou para o seu vizinho, por exemplo. Pode ser que contar até 10 ou cantarolar uma música ajude. É importante achar o que funciona para o seu caso
A hora de dormir pode ser bem importante para o desenvolvimento da IE. É importante relembrar como foi seu dia e as interações que estabeleceu. Se algo deu errado, pense como evitar repetir este erro no futuro. E olhe para o desafio como uma oportunidade de entender como você reagiria dentro desta nova realidade. O distanciamento social traz obstáculos, mas a inteligência emocional pode ser fortalecida durante o lockdown e a pandemia do novo coronavírus.

6 lições que podemos aprender com o isolamento social

6 lições que podemos aprender com o isolamento social

De toda dificuldade é possível tirar um aprendizado

Por uma questão de saúde pública, tivemos que recorrer ao isolamento social e manter o mínimo contato com as pessoas. Além de compreender que toda essa mobilização é significativa para o bem da humanidade, também podemos aprender, dia após dia, o que esse período de reclusão forçada pode nos ensinar.

Ficar em casa, conviver por mais tempo do que o habitual com as pessoas próximas, manter rotina de trabalho, cuidar dos filhos, ter disciplina com as tarefas, etc. São inúmeros os fatores que nos fazem repensar algumas atitudes, pensamentos e por que não tirar algum proveito disso tudo?

Diante do atual cenário, destacamos algumas lições que podem nos ajudar a ver com outros olhos a forma como vivemos e nos relacionamos com as pessoas:

Diferenças daqueles que convivem conosco – talvez uma das tarefas mais difíceis é passar tanto tempo com a mesma pessoa e lidar com as diferenças. Mas o que não podemos esquecer é que essa pessoa também passa pela mesma situação ao lidar com as nossas peculiaridades. Procurar entender o lado do outro, sempre resolver no diálogo e respeitar a essência de cada um são alguns dos passos que podem deixar essa convivência mais leve.

A rotina é o que faz as coisas caminharem – quando não estávamos em quarentena a gente sempre cumpria uma rotina. Mas parece que agora essa rotina está tendo um peso ainda maior porque o ambiente é sempre o mesmo. Temos a impressão de que estamos girando em círculo sem sair do lugar. E isso pode acabar causando falta de vontade em fazer as coisas. Por isso é importante manter a disciplina com algumas tarefas para depois não perdermos o foco e ter que começar tudo de novo. Planeje seu dia, organize-se, faça algumas atividades diferenciadas que você não conseguia fazer, mas não perca o foco dos seus principais objetivos.

Cuidar da saúde emocional em meio a tantas notícias – com a pandemia no centro das informações, o dia todo somos bombardeados com notícias sobre número de casos, gráficos da expansão do vírus e opiniões que divergem entre governantes e especialistas da saúde. O excesso de informações pode causar picos de ansiedade constantes e isso pode acabar afetando o nosso emocional. Ficamos preocupados ao extremo, com medo, e com opinião em constante mudança. É importante estar informado para continuar a tomar as precauções necessárias, mas com dosagem. Acompanhar de vez em quando os canais oficias e intercalar com atividades de lazer, como ler um livro que gosta, assistir um vídeo engraçado, ouvir a playlist preferida, brincar com a família, mudar alguns hábitos do trabalho, podem ajudar a manter a mente saudável.

Aproveitar o tempo para se dedicar ao conhecimento – o momento é de pausa. De parar a correria de sempre e tentar aproveitar ao máximo esse tempo que temos agora. E por que não fazê-lo trazendo mais conhecimento para nós mesmos? Estudar, começar a aprender um idioma novo, continuar um projeto, conhecer mais sobre a área que você trabalha com cursos de imersão profissional, etc. Estar em casa não significa que você tem que olhar pro relógio e esperar as horas passarem até o momento de tudo voltar como era antes. Use o período para ampliar os horizontes do seu conhecimento. Mas claro, também descanse quando preciso. Equilíbrio é tudo e vai te ajudar a absorver qualquer conteúdo com mais leveza.

Conhecer a si mesmo – depois da mente e o corpo se acostumarem à correria, pode parecer desconfortável parar e ficar mais tempo consigo mesmo. Afinal, é como se conhecêssemos uma nova pessoa. E isso nos dá a oportunidade de olhar para aquilo que realmente gostamos e o que nos chateia. Medite, reflita sobre você, entenda e respeite suas limitações. Quando conhecemos a nós mesmos, é mais fácil lidar com as adversidades da vida.

Pensamentos positivos – e por fim, a positividade. Com todos os obstáculos que enfrentamos ao longo da vida, é fundamental sermos otimistas e também confiarmos no melhor resultado. Precisamos entender que não temos como mudar alguns acontecimentos externos e que sofrer com isso só vai dificultar o controle do stress e da preocupação. Visualize um cenário positivo no futuro, imagine que você passou ileso pela quarentena e que dali em diante só notícias boas virão no trabalho ou na sua vida pessoal. Fale em voz alta palavras positivas, substitua-as por aquelas negativas e assim você irá condicionar o seu cérebro para tudo o que for bom. Afirme que o melhor está por vir e seja sempre grato quando isso de fato ocorrer. A maneira que você se dirige a você mesmo, e aos outros, interfere no que você realmente acredita e isso acaba refletindo na sua realidade.

Como se proteger durante a pandemia de Coronavírus

Como se proteger durante a pandemia de Coronavírus

Confira algumas dicas de como você e sua família podem agir frente a nova doença

O mundo está vivendo uma pandemia causada pelo novo Coronavírus. Pandemia, segundo a classificação da OMS (Organização Mundial da Saúde), significa dizer que a doença foi disseminada a nível mundial, atingindo vários continentes. Reportada inicialmente na China, em dezembro de 2019, a Covid-19 já chegou a todos os demais continentes do mundo.

Covid-19 e o novo Coronavírus

A família de vírus do Coronavírus já é conhecida da ciência, e causa infecções respiratórias. Porém, a forma com que o vírus está se apresentando atualmente é nova (chamada de Sars-Cov-2), e está causando a doença Covid-19 – nomenclatura definida pela OMS. Os principais sintomas apresentados por quem tem a Covid-19 são febre alta, tosse, dificuldade para respirar e falta de ar, além dos sintomas comuns de gripes e resfriados (coriza, dores no corpo, inflamação na garganta).

Prevenção

O novo Coronavírus tem uma composição muito simples, e é protegido por uma camada de gordura. É por esse motivo que lavar as mãos com água e sabão é eficiente para destruí-lo. O sabão “atrapalha” a sobrevivência de vírus e bactérias. O álcool 70% também é o mais eficaz para uso antisséptico – é a concentração ideal para destruir os micro-organismos. Em concentrações muito altas, o álcool evapora com rapidez e não mata os micróbios.

Contágio e transmissão

Uma das maiores preocupações dos cientistas com relação à Covid-19 é a facilidade de contágio. A transmissão do vírus acontece de uma pessoa doente para outra, através de gotículas de saliva pela fala, tosse ou espirro; por contato físico no aperto de mãos, beijo ou abraço; por superfícies não higienizadas como maçanetas, botões, corrimão, celular, teclado e mouse, barras de apoio no transporte público, etc. Por isso os cuidados com a higiene tornam-se ainda mais importantes.

Como existem pacientes assintomáticos (que não apresentam sintomas) e como o vírus pode levar alguns dias para se manifestar, não há como saber quem já tem o vírus incubado. Mesmo os testes nos hospitais podem ser inconclusivos. Por esse motivo, os cuidados com higiene em locais públicos devem ser redobrados, além de se evitar aglomerações ou estar a menos de 2 metros de distância de outras pessoas.

Isolamento

Uma forma de diminuir a velocidade de transmissão do Coronavírus é o isolamento social. A recomendação dos governos e das autoridades de saúde é a de que as pessoas evitem sair de casa no momento, para não ter contato com o vírus. Isso é importante pois se toda a população pegar o vírus e desenvolver a doença ao mesmo tempo, os sistemas de saúde entrariam em colapso com a lotação máxima dos hospitais – o que poderia acarretar risco e dificuldade de atendimento para outros casos graves, como acidentes ou ataques cardíacos, por exemplo.

Grupos de risco

Pessoas acima de 60 anos ou com comorbidades (doenças como diabetes, hipertensão, doenças pulmonares crônicas ou tratamento de câncer) apresentam maior risco se contraírem a Covid-19. A taxa de mortalidade pode aumentar em até 10 vezes para pessoas com mais de 60 anos. Isso porque a imunidade diminui com a idade, além de que a reserva para o bom funcionamento de todos os órgãos também está menor. Por isso a recomendação de isolamento social, de evitar aglomerações e contato com outras pessoas também deve ser respeitada por pessoas com mais de 60 anos de idade.

Cuidados importantes

Considerando a Covid-19, causada pelo novo Coronavírus, nunca é demais lembrar todas as formas de prevenção e proteção: lavar bem as mãos com água e sabão, ou utilizar o álcool 70% quando estiver fora de casa; tossir ou espirrar protegendo a boca com o braço ou lenço descartável; evitar aglomerações e só sair de casa apenas em casos de extrema necessidade (enquanto durarem as orientações de isolamento); evitar tocar os olhos, nariz ou a boca; evitar cumprimentos e contato físico fora de casa e manter distância de outras pessoas para evitar o contágio. São atitudes simples de higiene, mas que fazem toda a diferença para se proteger durante a pandemia do novo Coronavírus.

Qualidade de vida na maturidade

Qualidade de vida na maturidade

A saúde do cérebro também deve ser levada em conta para uma vida saudável

Para manter a saúde é preciso ter alimentação saudável, exercitar o corpo e, também, o cérebro! Assim é possível ter longevidade e ampliar a capacidade do próprio organismo. A terceira idade é uma das que mais sofrem com perdas cognitivas, por isso estimular os neurônios se torna essencial!

Quer saber como o Super Cérebro ajuda a ter qualidade de vida na maturidade? Assista ao vídeo e conheça a academia do cérebro!

6 passos para manter a mente saudável

6 passos para manter a mente saudável

Escola de Medicina de Harvard lista atitudes para manter o cérebro em forma. Descubra quais são!

A saúde física é importante, mas você já parou para pensar na saúde do seu cérebro? Manter a mente em forma faz diferença para envelhecer de maneira saudável. Existem muitos avanços nas pesquisas relacionadas a saúde do cérebro. O comportamento desse órgão se modifica com o decorrer dos anos, mas também é possível gerar novos neurônios em qualquer período da vida.

O exercício para o cérebro é importante em todas as idades! Manter os neurônios ativos garante mais qualidade de vida para todas as pessoas, e não tem contraindicação. Além disso, a Escola de Medicina de Harvard (Harvard Medical School) divulga, em seu curso “Cognitive Fitness”, 6 passos para manter o cognitivo saudável. Confira abaixo!

  1. Cuide da alimentação
    A alimentação equilibrada faz bem para todo o corpo, e também para a saúde da mente. Alguns vegetais estão diretamente ligados a melhor capacidade cerebral, como estes 7 alimentos que ajudam a manter o cérebro saudável.  

  2. Mantenha uma rotina de atividade física
    O exercício físico regular, incluído na rotina, contribui para a saúde de todo o corpo – e até aqui não temos nenhuma novidade. Mas pesquisas recentes mostram que a atividade física pode melhorar a memória e, inclusive, evitar o agravamento da Doença de Alzheimer.

  3. Durma bem
    Manter boas horas de sono – e sono de qualidade – facilita o aprendizado. O sono REM, que é o último estágio, prioriza a ativação das redes de neurônios relacionadas à memória. Por isso dormir bem também contribui para a saúde do cérebro.

  4. Controle o estresse
    O estresse pode afetar a memória e até diminuir o tamanho do cérebro! Por isso é bom controlar a reação a situações estressantes, por meio de meditação e técnicas de respiração, por exemplo.  O estresse crônico está ligado a doenças autoimunes, transtornos mentais, úlceras e outras enfermidades.

  5. Tenha amigos por perto
    Ter poucos amigos pode ser tão prejudicial quanto fumar 15 cigarros por dia, segundo estudo da Brigham Young University, de Utah (EUA)! Uma rede de contatos maior traz mais felicidade – que pode ser contagiosa quando ficamos felizes pela felicidade dos amigos. Aproveite!

  6. Desafie seu cérebro!
    O cérebro também deve ser desafiado para se manter em ótima forma! Atividades diferenciadas estimulam a criatividade e a inteligência. Os especialistas de Harvard indicam desde quebra-cabeças e jogos de tabuleiro a música e viagens.

Conheça a academia do cérebro
Quer saber como desafiar seu cérebro? Conheça o método educacional Super Cérebro, desenvolvido com o conceito de academia. As aulas usam ferramentas pedagógicas diferenciadas como o Soroban e jogos de tabuleiro internacionais premiados.  Agende já uma super aula experimental gratuita!